terça-feira, 4 de outubro de 2016

PARNAÍBA PÓS PT 1.



Por Marcus Vinícius*
             Chegamos ao fim de mais uma disputa política pela a administração de nossa invicta Parnaíba. E mais uma vês ao lado de “Mão Santa”. Trago desta feita sentimento e resultado oposto a campanha de 2012...
Em minhas andanças, e ainda agora, ouço que meu candidato está senil, e que por isso, a administração será feita pela família dele, e não por ele. Comentários feitos claro, por quem apostou e aposta no fracasso político do grande líder populista “mão Santa “. Sou testemunha auricular da vitalidade física e mental do líder maior.
              Lamento também, que alguns estejam formando e provocando o secretariado para 2017, sem que ele mesmo (o Prefeito eleito), tenha dito nada ainda. Sabemos que as nomeação feita para a administração municipal é de atribuição e competência única e exclusiva do Prefeito... aos que assim fazem, aos que tentam forçar e pressionar uma “nomeação” de secretários, aos plantadores de boatos, me permita informar alguns atributos detectado na pessoa de Mão Santa:
·         Honestidade - Não negociará cargos públicos por apoio político.
·         Firmeza - Possui firmeza em tomar decisão.
·         Populista -  Querido pelo povo – fez coligação com o povo.
·       Corajoso - Não aceita pressão externa. Quem pensa que vai colocá-lo contra a parede, corre o risco de ouvir poucas e boas.
·      Gratidão -  Reconhece e agradece a todos que fizeram algo por ele. Muito embora tenha recebido punhaladas e a ingratidão de muitos.
·     Responsável – Vem assumir a administração e a reconstrução de uma cidade, de uma nova Parnaíba.
          Assim sendo, posso até afirmar que, a composição do secretariado de governo de “mão Santa” será feita:
·         Exclusivamente por ele,
·         Prestigiará o exército que combateu nas ruas.
·         Alocará elementos qualificados para as respectivas áreas da administração (cada macaco no seu galho) e,  
·         Quem for chamado, não esqueça nunca: É para trabalhar, e muito...

“... que o Senhor tenha por aprovado as obras de nossas mão. Sim, confirma a obra de nossas mãos” Salmo 90:17b

*Marcus Vinicius
Pastor, Professor e Empresário. Foi um dos coordenadores das duas últimas campanha de “Mão Santa” em Parnaíba/PI.

quinta-feira, 8 de maio de 2014

PASTORA LANNA HOLDER PROMOVE PRIMEIRA BALADA "GAY GOSPEL" #CORRÃO

No último dia 2 de maio, na cidade de São Paulo, aconteceu a primeira balada Gay “gospel”. O evento foi promovido pela Igreja Cidade de Refúgio, fundada por Lanna Holder e sua "esposa", Rosania Rocha. 

Intitulado de “Refúgio White” a balada atraiu gays e simpatizantes “evangélicos” como também aqueles que não frequentam nenhuma religião.
Segundo a ex-missionária, Lanna Holder, o intuito do evento foi evangelizar e proclamar aos homossexuais o amor de Deus por eles.

Apesar dos beijos e amassos, os "crentes" gays não ingeriram bebidas alcoólicas e devem deixar as relações sexuais para depois do casamento, disse Holder. Ou seja, pela lógica, na "bíblia" da Holder o primeiro milagre de Jesus teria sido transformar vinho em suco de goiaba numa festa de casamento entre dois homens: um judeu e um samaritano. (??)
Pasmem!

Veja o vídeo:


Ao tomar conhecimento sobre este evento o Pr. Joaquim de Andrade descreveu a sua indignação e relatou sobre uma visita que teria feito a igreja Lanna:
Como devemos encarar esta afronta ao Evangelho de Jesus Cristo? Devemos aceitar naturalmente? Ou devemos ficar ao lado daqueles condenam o homossexualismo como sendo um pecado? Para Lanna Holder e outros adeptos do homossexualismo, são notavelmente eficazes em promover suas interpretações distorcidas de passagens da Bíblia. Já por duas vezes estive visitando esta igreja para pesquisas. Quando perguntei a ela o que a Bíblia diz a respeito da homossexualidade, percebei o quanto conhece a Bíblia, mas de uma forma distorcida. Lana e seu rebanho absorveram uma interpretação que não é somente distorcida, mas também completamente irracional. 
Deus condena a homossexualidade, e isto é muito evidente. Ele se opõe à homossexualidade em todas as épocas. Na época dos patriarcas (Gn 19.1-28) Na época da Lei de Moisés (Lv 18.22; 20.13) Na época dos Profetas (Ez 16.46-50) Na época do Novo Testamento (Rm 1.18-27; 1 Co 6.9-10; Jd 70-8) Por que Deus condena a homossexualidade? Porque ela transtorna o plano fundamental de Deus para as relações humanas — um plano que retrata o relacionamento entre um homem e uma mulher (Gn 2.18-25; Mt 19.4-6; Ef 5.22-33). Então, por que as interpretações homossexuais das Escrituras têm sido tão bem-sucedidas em persuadir inúmeras pessoas? A resposta é simples: as pessoas se deixam convencer. Visto que a Bíblia é tão clara a respeito deste assunto, os pecadores têm resistido à razão e aceitado o erro, a fim de acalmarem a consciência que os acusa (Rm 2.14-16). Conforme disse Jesus: “Os homens amaram mais as trevas do que a luz; porque as suas obras eram más” (Jo 3.19-20). Se você é homossexual e frequenta a Igreja, não deve comprometer o que a Bíblia diz a respeito da homossexualidade. Temos como ajuda-lo a se libertar deste julgo. 
Disse Joaquim.

Não nos iludamos, a tendência é a coisa piorar.

Ó Tempora, Ó mores!

P.S.: O medo que faz é a Lanna Holder contratar o show do Naldo Benny pra uma dessas baladas. Imagina aí tanta loucura envolvendo "Jesus"...

***

Antognoni Misael, editor do Púlpito Cristão.

Fonte: www.pulpitocristao.com

sábado, 19 de abril de 2014

Casamento e finanças: 3 pontos para não acabar com o amor


Você não tem o sonho de encontrar aquela pessoa especial, com quem deseja dividir muitos momentos especiais? A resposta provavelmente é “Sim”, afinal o ser humano não nasceu para viver só. Mais cedo ou mais tarde, a maior parte das pessoas começa a sentir o desejo de compartilhar a vida (medos, desejos, aventuras, frustrações, etc.) com a chamada “cara metade”.
Nem sempre é fácil encontrar o amor de nossas vidas, mas o(a) companheiro(a) vai aparecer na maioria das vezes sem esperarmos. Ele vai simplesmente “acontecer” e, nesse momento, você vai perceber que encontrou a sua metade.
Depois dos primeiros encontros, quando o casal percebe que realmente existiu uma cumplicidade e tudo começa a ficar mais sério, a vontade de ficar junto só aumenta. Chega o momento de noivar e começam os planos de casamento. Muita gente não quer esperar e decide dividir o teto com o(a) parceiro(a) o mais rapidamente possível… A distância dói.
Amor não é garantia de felicidade para um casal
Já ouvi muito por ai que só o amor não é garantia de felicidade para um casal e, pelo que tenho conversado com muitos amigos e acompanhado de perto algumas pessoas, isso parece ser verdade. A questão da alegria familiar passa pelo padrão de vida e como o casal toma suas decisões e já falei sobre isso em outro texto (clique para ler).
Só o amor (por maior que seja) não é garantia de uma união feliz: algo que muita gente não pensa quando decide “juntar as escovas de dente” é que a parte financeira pode influenciar muito a vida do casal, tanto para o bem como também para o mal.
Eu gosto sempre de olhar a vida com uma visão otimista e acredito que quando existe um mínimo de diálogo e comprometimento entre o casal, o casamento será sinônimo de prosperidade de riqueza – é a chance de encontrar alguém para juntar forças e buscar o sucesso (algo mais fácil com o esforço de duas pessoas).
Para que sua vida seja mais próspera, é importante perceber qual a importância que o outro dá a vida financeira desde o momento em que a relação iniciar. Calma, não vá preparando um discurso sobre a importância de poupar para aposentadoria já nos primeiros encontros. Falo sobre ser um bom observador, o que já te ajudará muito a enxergar o que virá pela frente.
Finanças um assunto que não pode faltar
Durante o namoro, existirão muitas possibilidades para introduzir o assunto “finanças pessoais” e aos poucos construir um diálogo forte para que o dinheiro não seja encarado como um problema. Se quer mais dicas de como fazer isso, clique aqui.
Mesmo nesse momento mágico da vida que é o namoro, é fundamental aprender a respeitar alguns limites, de forma a realizar metas e alcançar objetivos com planejamento e consciência, um passo de cada vez.
Separei três pontos que considero fundamentais serem discutidos já no início da vida a dois:
1. Festa de casamento
Alguns bons amigos passaram anos economizando para fazer uma grande festa de casamento. Fizeram rifa, andaram um bom tempo com roupas mais surradas, venderam carro e outros bens para garantir uma festa magnífica.
Sonho é sonho, eu não discuto essa questão desde que exista um planejamento para que o sonho se torne realidade. O problema é que muita gente acaba gastando mais do que pode, querendo oferecer o que existe de mais moderno e bonito, e inicia a vida a dois com a dívida da festa de casamento.
Qual a possibilidade dessa dívida se tornar um grande problema para os recém-casados? A chance é grande. A vida a dois é cheia de novidades, e imprevistos (que sempre acontecem) podem ser um fator de grande desgaste. Então, seja honesto com seu dinheiro: festejar é importante, mas ter a chance de começar o casamento sem dívida é crucial.
2. Imóvel: comprar ou alugar?
Quem casa, quer casa” é o que mais ouço como justificativa para quem começa a buscar alternativas de financiamento de longo prazo para seu imóvel assim que oficializa a união. Eu sou avesso a dívidas tão longas, capazes de comprometer o orçamento financeiro das famílias tão cedo.
Financiar um imóvel é um ato de grande responsabilidade, que só pode ser tomado com consciência para que a decisão seja a mais racional possível. Os recém-casados têm uma vida inteira pela frente, uma carreira para desenvolver e o financiamento de uma casa pode comprometer essa liberdade inicial.
E se surgir uma proposta de emprego em outra cidade ou uma bolsa de estudos fora do país? O que fazer com o financiamento? Aconselho sempre quem esta começando a avaliar muito bem essa situação: o aluguel somado à responsabilidade de guardar dinheiro e investir pode ser a melhor solução para, ali na frente, ter a casa dos sonhos pagamento parcelas menores, dando uma entrada maior e depois de definidos aspectos como mudança de cidade.
3. Conta conjunta ou não?
Casamento é sinônimo de união, logo não consigo ver muito sentido divisão da parte financeira. Todas as decisões de consumo e investimentos devem ser compartilhadas entre o casal, que precisa encarar as finanças pessoais com bastante disciplina. Cada um precisa saber o que está acontecendo com o outro para, juntos, terem uma estratégia para o futuro.
No meu ponto de vista, as contas separadas são “buracos” que ficam à espreita do primeiro passo falho de alguém – é como abrir espaço para a auto-sabotagem. É fundamental o casal ter contas correntes e investimentos conjuntos, afinal estão caminhando para um destino escolhido pelos dois. Já falamos mais sobre conta conjunta em outro artigo (clique aqui para ler).
Admito que este ponto é bastante polêmico e merece um debate muito mais aprofundado, mas o casal pode, dentro do orçamento, separar valores iguais para serem utilizados de forma individual ou mesmo manter contas individuais, mas respeitando sempre o orçamento discutido e não importando quem tem o maior salário.
Conclusão
No final das contas, o fundamental para a harmonia de um relacionamento é a consciência de quão importante é dividir direitos e responsabilidades. Lembre-se que para conquistar algo grande no futuro será indispensável abrir mão de alguns luxos no presente.
Quando se tem alguém para dividir a jornada, todas as conquistas ficam mais gostosas, além do que alcançá-las fica mais fácil. Divida sua opinião conosco no espaço de comentários abaixo. Obrigado e até a próxima.
Este artigo foi escrito por Ricardo Pereira. Educador financeiro, palestrante, é autor do livro "Dinheirama" (Blogbooks)...