sexta-feira, 31 de maio de 2019
quinta-feira, 23 de maio de 2019
Fiquei Chocado!
Por Marcus Vinícius
Tudo
que é humano não me é estranho. Mas, confesso que
estranhei a notícia veiculada (ver vídeo). Fico decepcionado e chocado com o
descaso que o poder público tem para com a infância.
Como
se justifica, onde está a coerência na decisão judicial que autoriza uma
criança de oito(8) anos a assumir o gênero e a alterar a própria certidão de
nascimento. Onde está a responsabilidade civil de uma criança de oito anos? E a
maioridade? Acabou?
Poderá ela então, fazer uso do
sexo que escolheu com oito(8) anos? A Justiça autorizará a prática sexual pelas
crianças pelo mesmo argumento: “o bem estar da criança”?
Crianças e adolescentes passam por um processo natural de mudança, hoje
quer e amanhã não quer mais, hoje gosta e amanhã não gosta mais .... Então como
se pode permitir que alguém quem nem pode se alimentar corretamente decida
contra a própria natureza !!!
E
que Deus tenha misericórdia!
sexta-feira, 17 de maio de 2019
quarta-feira, 27 de março de 2019
DEUS NÃO EXISTE
Por Marcus
Vinícius
Dias chuvoso e pessoas
comentando a existência de Deus. Impossível Deus existir, a existência não cabe na categoria do eterno. Existir se refere aquilo que é em determinado momento ou
atualmente, o que tem
existência em determinado período de tempo, que dura. Etimologicamente, este termo se
originou a partir do latim exsisto / existere, que
pode ser traduzido como “aparecer” ou “nascer”.
Tenho dificuldade em definir Deus
(quando o faço, me limito ao que foi inspirado). Quando falamos de Deus,
falamos dentro de nossas limitações e percepções finitas e temporais, daí que,
definir e delimitar o eterno será sempre um erro.
Deus não existe, Ele é eterno, o que não tem começo e não
tem fim. Tudo o mais, o que teve começo e terá fim, existe.
Na ordem dada a Moisés, em
êxodo 3:14 (...EU SEREI O
QUE SEREI..) , Deus atribui somente a si a
glória divina, porque ele é auto-existente, possui uma existência fora do
tempo, com o qual o tempo não tem nada a fazer, imutável, absoluto e eterno. A
natureza divina, não pode ser declarada em palavras, não pode ser concebida
pelo pensamento humano.
Portanto não me tenham
como ateu ou herege, mas vamos considerar que, você querido leitor, eu mesmo,
as “coisas” e tudo o mais existem, por que tivemos início e teremos um fim. Mas
Deus está fora desta categoria temporal, daí ele não existir, Ele é o ontem, o
hoje e o eternamente, amém.
Abraço fraterno.Parte inferior do
formulário
sexta-feira, 8 de março de 2019
A associação de igrejas batistas e sua importância
Pr. Marcus Vinicius
As
associações existem desde os primórdios do surgimento da denominação batista
com esse nome, como forma inicial e incipiente de organização do sistema
cooperativo entre as igrejas denominadas batistas de várias regiões da
Inglaterra. Em 1644 é publicada uma confissão de fé pelas igrejas da região de
Londres. Em 1653 é criada a Associação de Somerset, e em 1655 a da região de
Midland. Essas associações contribuíram para fortalecer doutrinária e
espiritualmente as igrejas.
Com a expansão dos batistas nas
colônias da América do Norte, como resultado da imigração de colonos ingleses
batistas, que fugiam da ferrenha perseguição que sofriam na Inglaterra, foram
surgindo também as associações de igrejas batistas na nova terra. Elas foram a
forma inicial de cooperação entre as igrejas batistas em solo norte-americano.
A Convenção Batista do Sul dos
Estados Unidos só surgiu muito mais tarde, unindo as igrejas em nível nacional,
mas grandemente apoiada pelas convenções estaduais e as associações.
No Brasil, também foram as
associações que surgiram como primeira tentativa de aproximar as igrejas.
Porém, com o surgimento da Convenção Batista do Estado de São Paulo, em 1904,
com o nome de União Batista, e da Convenção Batista Brasileira em 1907,
predominou a forma cooperativa convencional.
Só mais tarde, a partir de 1940, é
que reapareceu o interesse pelas associações. Mesmo não havendo ainda uma
história consolidada do movimento das associações nessa nova fase, pode-se
afirmar que elas tiveram uma boa disseminação nos estados de São Paulo, Rio de
Janeiro, Minas Gerais, Pernambuco, e depois em todo o Brasil.
A nível de Piauí temos 2 (duas)
convenções atuante e, com associações abrangendo todo o estado. Aqui as igrejas locais também se dividem. Daí
então, na tentative de organizarmos e unirmos as igrejas das convenções em
associação, organizamos em 07/06/1997 a ABL (Associação Batista Litorânea), que
atua no litoral, inclusive gerindo a extensão do Seminário Batista de Teresina
em Parnaíba.
Por que elas existem? Existem
porque ficou claro para os batistas, desde o início do século XVIL que as
igrejas precisavam e precisam trabalhar em conjunto, de forma cooperativa. As
associações se tornaram a grande oportunidade de encontro, confraternização,
compartilhamento, confirmação de doutrina, estudo de problemas comuns e
desenvolvimento de programas cooperativos, inclusive missionários.
Elas se tornaram o grande
momento da vida de igrejas que viviam isoladas, muitas vezes distantes, para
promoverem eventos inspirativos, de conforto e robustecimento da fé.
A associação deve representar,
na realidade de hoje, o que aconteceu com Paulo, ao reunir os irmãos de vários
locais em Troade; ou a liderança da região de Ffeso, na cidade de Mileto,
conforme o relato de Atos 19, para criar uma oportunidade de comunhão e
fortalecimento da fé. A associação funciona movida pelo interesse e empenho da
sua liderança. Liderança fraca, associação fraca. Liderança organizada,
consciente da importância da associação, atuante e eficaz, produz o mesmo
resultado na vida da associação.
A associação é o grande campo de
formação e treinamento de liderança, tanto no sentido da ação cooperativa como
no adestramento administrativo e parlamentar. Oferece também uma grande
oportunidade para o desenvolvimento de talentos pessoais, tanto na elaboração e
realização dos seus planos, quanto ao aprendizado democrático.
Se as pessoas que recebem cargos
ou oportunidades de trabalho, em qualquer função na associação, entendessem que
estão recebendo o privilégio de desenvolvimento pessoal, da sua liderança, de
seus talentos e, ao mesmo tempo, a oportunidade de serviço às igrejas,
certamente se esmerariam em exercer sua função com toda a dedicação e empenho
possíveis.
A associação operosa tem a grande
oportunidade de servir às igrejas cooperantes, estimulando-as e motivando-as a
fazer melhor o seu trabalho, ampliando a visão quanto aos interesses maiores do
reino de Deus e com efeito, fortalecendo-as em suas atividades.
Por essa razão, o programa de
trabalho da associação deve estar voltado totalmente para as igrejas. Aliás,
nenhuma entidade denominacional existe para si mesma. Seu objetivo é servir às
igrejas e, se assim não procedem, não tem razão de existir, pois seu programa
de trabalho deve ser criado à luz das necessidades e realidades das igrejas
cooperantes. Deve ser bem entrosado com o planejamento da Convenção à qual as
igrejas pertençam, bem como com o planejamento da Convenção à qual as igrejas
pertençam, bem como com o planejamento da Convenção Batista Brasileira. Assim haverá
sinergia, conjugação de esforços e, consequentemente, a soma dos resultados
será maior.
A associação que ocupa
adequadamente o espaço de ajuda e serviço às igrejas locais, faz também um
trabalho de ponte, de ligação entre as igrejas e a convenção estadual,
contribuindo para estudar problemas existentes e para buscar soluções que eles
exigirem.
Por tudo isso, as associações são
organizações importantes, estratégicas no sentido cooperativo denominacional e,
se receberem a atenção que merecem, poderão dar uma contribuição extremamente
significativa ao trabalho das igrejas e das convenções, e muitas já o estão
dando.
Parnaiba (PI), 10 de junho de
2000.
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