quinta-feira, 8 de maio de 2014

PASTORA LANNA HOLDER PROMOVE PRIMEIRA BALADA "GAY GOSPEL" #CORRÃO

No último dia 2 de maio, na cidade de São Paulo, aconteceu a primeira balada Gay “gospel”. O evento foi promovido pela Igreja Cidade de Refúgio, fundada por Lanna Holder e sua "esposa", Rosania Rocha. 

Intitulado de “Refúgio White” a balada atraiu gays e simpatizantes “evangélicos” como também aqueles que não frequentam nenhuma religião.
Segundo a ex-missionária, Lanna Holder, o intuito do evento foi evangelizar e proclamar aos homossexuais o amor de Deus por eles.

Apesar dos beijos e amassos, os "crentes" gays não ingeriram bebidas alcoólicas e devem deixar as relações sexuais para depois do casamento, disse Holder. Ou seja, pela lógica, na "bíblia" da Holder o primeiro milagre de Jesus teria sido transformar vinho em suco de goiaba numa festa de casamento entre dois homens: um judeu e um samaritano. (??)
Pasmem!

Veja o vídeo:


Ao tomar conhecimento sobre este evento o Pr. Joaquim de Andrade descreveu a sua indignação e relatou sobre uma visita que teria feito a igreja Lanna:
Como devemos encarar esta afronta ao Evangelho de Jesus Cristo? Devemos aceitar naturalmente? Ou devemos ficar ao lado daqueles condenam o homossexualismo como sendo um pecado? Para Lanna Holder e outros adeptos do homossexualismo, são notavelmente eficazes em promover suas interpretações distorcidas de passagens da Bíblia. Já por duas vezes estive visitando esta igreja para pesquisas. Quando perguntei a ela o que a Bíblia diz a respeito da homossexualidade, percebei o quanto conhece a Bíblia, mas de uma forma distorcida. Lana e seu rebanho absorveram uma interpretação que não é somente distorcida, mas também completamente irracional. 
Deus condena a homossexualidade, e isto é muito evidente. Ele se opõe à homossexualidade em todas as épocas. Na época dos patriarcas (Gn 19.1-28) Na época da Lei de Moisés (Lv 18.22; 20.13) Na época dos Profetas (Ez 16.46-50) Na época do Novo Testamento (Rm 1.18-27; 1 Co 6.9-10; Jd 70-8) Por que Deus condena a homossexualidade? Porque ela transtorna o plano fundamental de Deus para as relações humanas — um plano que retrata o relacionamento entre um homem e uma mulher (Gn 2.18-25; Mt 19.4-6; Ef 5.22-33). Então, por que as interpretações homossexuais das Escrituras têm sido tão bem-sucedidas em persuadir inúmeras pessoas? A resposta é simples: as pessoas se deixam convencer. Visto que a Bíblia é tão clara a respeito deste assunto, os pecadores têm resistido à razão e aceitado o erro, a fim de acalmarem a consciência que os acusa (Rm 2.14-16). Conforme disse Jesus: “Os homens amaram mais as trevas do que a luz; porque as suas obras eram más” (Jo 3.19-20). Se você é homossexual e frequenta a Igreja, não deve comprometer o que a Bíblia diz a respeito da homossexualidade. Temos como ajuda-lo a se libertar deste julgo. 
Disse Joaquim.

Não nos iludamos, a tendência é a coisa piorar.

Ó Tempora, Ó mores!

P.S.: O medo que faz é a Lanna Holder contratar o show do Naldo Benny pra uma dessas baladas. Imagina aí tanta loucura envolvendo "Jesus"...

***

Antognoni Misael, editor do Púlpito Cristão.

Fonte: www.pulpitocristao.com

sábado, 19 de abril de 2014

Casamento e finanças: 3 pontos para não acabar com o amor


Você não tem o sonho de encontrar aquela pessoa especial, com quem deseja dividir muitos momentos especiais? A resposta provavelmente é “Sim”, afinal o ser humano não nasceu para viver só. Mais cedo ou mais tarde, a maior parte das pessoas começa a sentir o desejo de compartilhar a vida (medos, desejos, aventuras, frustrações, etc.) com a chamada “cara metade”.
Nem sempre é fácil encontrar o amor de nossas vidas, mas o(a) companheiro(a) vai aparecer na maioria das vezes sem esperarmos. Ele vai simplesmente “acontecer” e, nesse momento, você vai perceber que encontrou a sua metade.
Depois dos primeiros encontros, quando o casal percebe que realmente existiu uma cumplicidade e tudo começa a ficar mais sério, a vontade de ficar junto só aumenta. Chega o momento de noivar e começam os planos de casamento. Muita gente não quer esperar e decide dividir o teto com o(a) parceiro(a) o mais rapidamente possível… A distância dói.
Amor não é garantia de felicidade para um casal
Já ouvi muito por ai que só o amor não é garantia de felicidade para um casal e, pelo que tenho conversado com muitos amigos e acompanhado de perto algumas pessoas, isso parece ser verdade. A questão da alegria familiar passa pelo padrão de vida e como o casal toma suas decisões e já falei sobre isso em outro texto (clique para ler).
Só o amor (por maior que seja) não é garantia de uma união feliz: algo que muita gente não pensa quando decide “juntar as escovas de dente” é que a parte financeira pode influenciar muito a vida do casal, tanto para o bem como também para o mal.
Eu gosto sempre de olhar a vida com uma visão otimista e acredito que quando existe um mínimo de diálogo e comprometimento entre o casal, o casamento será sinônimo de prosperidade de riqueza – é a chance de encontrar alguém para juntar forças e buscar o sucesso (algo mais fácil com o esforço de duas pessoas).
Para que sua vida seja mais próspera, é importante perceber qual a importância que o outro dá a vida financeira desde o momento em que a relação iniciar. Calma, não vá preparando um discurso sobre a importância de poupar para aposentadoria já nos primeiros encontros. Falo sobre ser um bom observador, o que já te ajudará muito a enxergar o que virá pela frente.
Finanças um assunto que não pode faltar
Durante o namoro, existirão muitas possibilidades para introduzir o assunto “finanças pessoais” e aos poucos construir um diálogo forte para que o dinheiro não seja encarado como um problema. Se quer mais dicas de como fazer isso, clique aqui.
Mesmo nesse momento mágico da vida que é o namoro, é fundamental aprender a respeitar alguns limites, de forma a realizar metas e alcançar objetivos com planejamento e consciência, um passo de cada vez.
Separei três pontos que considero fundamentais serem discutidos já no início da vida a dois:
1. Festa de casamento
Alguns bons amigos passaram anos economizando para fazer uma grande festa de casamento. Fizeram rifa, andaram um bom tempo com roupas mais surradas, venderam carro e outros bens para garantir uma festa magnífica.
Sonho é sonho, eu não discuto essa questão desde que exista um planejamento para que o sonho se torne realidade. O problema é que muita gente acaba gastando mais do que pode, querendo oferecer o que existe de mais moderno e bonito, e inicia a vida a dois com a dívida da festa de casamento.
Qual a possibilidade dessa dívida se tornar um grande problema para os recém-casados? A chance é grande. A vida a dois é cheia de novidades, e imprevistos (que sempre acontecem) podem ser um fator de grande desgaste. Então, seja honesto com seu dinheiro: festejar é importante, mas ter a chance de começar o casamento sem dívida é crucial.
2. Imóvel: comprar ou alugar?
Quem casa, quer casa” é o que mais ouço como justificativa para quem começa a buscar alternativas de financiamento de longo prazo para seu imóvel assim que oficializa a união. Eu sou avesso a dívidas tão longas, capazes de comprometer o orçamento financeiro das famílias tão cedo.
Financiar um imóvel é um ato de grande responsabilidade, que só pode ser tomado com consciência para que a decisão seja a mais racional possível. Os recém-casados têm uma vida inteira pela frente, uma carreira para desenvolver e o financiamento de uma casa pode comprometer essa liberdade inicial.
E se surgir uma proposta de emprego em outra cidade ou uma bolsa de estudos fora do país? O que fazer com o financiamento? Aconselho sempre quem esta começando a avaliar muito bem essa situação: o aluguel somado à responsabilidade de guardar dinheiro e investir pode ser a melhor solução para, ali na frente, ter a casa dos sonhos pagamento parcelas menores, dando uma entrada maior e depois de definidos aspectos como mudança de cidade.
3. Conta conjunta ou não?
Casamento é sinônimo de união, logo não consigo ver muito sentido divisão da parte financeira. Todas as decisões de consumo e investimentos devem ser compartilhadas entre o casal, que precisa encarar as finanças pessoais com bastante disciplina. Cada um precisa saber o que está acontecendo com o outro para, juntos, terem uma estratégia para o futuro.
No meu ponto de vista, as contas separadas são “buracos” que ficam à espreita do primeiro passo falho de alguém – é como abrir espaço para a auto-sabotagem. É fundamental o casal ter contas correntes e investimentos conjuntos, afinal estão caminhando para um destino escolhido pelos dois. Já falamos mais sobre conta conjunta em outro artigo (clique aqui para ler).
Admito que este ponto é bastante polêmico e merece um debate muito mais aprofundado, mas o casal pode, dentro do orçamento, separar valores iguais para serem utilizados de forma individual ou mesmo manter contas individuais, mas respeitando sempre o orçamento discutido e não importando quem tem o maior salário.
Conclusão
No final das contas, o fundamental para a harmonia de um relacionamento é a consciência de quão importante é dividir direitos e responsabilidades. Lembre-se que para conquistar algo grande no futuro será indispensável abrir mão de alguns luxos no presente.
Quando se tem alguém para dividir a jornada, todas as conquistas ficam mais gostosas, além do que alcançá-las fica mais fácil. Divida sua opinião conosco no espaço de comentários abaixo. Obrigado e até a próxima.
Este artigo foi escrito por Ricardo Pereira. Educador financeiro, palestrante, é autor do livro "Dinheirama" (Blogbooks)... 

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

12.


Colaboração Marcus Vinícius

Gn. 1:16: “E fez Deus os dois grandes luminares: o luminar maior para governar o dia, e o luminar menor para governar a noite; e fez as estrelas.
Deus é um Deus de princípios. No texto de Gn. 1:16, entra o princípio de Governo. O texto diz que Deus criou dois luminares: um para governar o dia e outro para governar a noite.
Aí começa o princípio de autoridade. Autoridade que se governa de dia e autoridade que se governa de noite. E quantas horas o sol governa o dia? 12 horas.
E quantas horas a lua passa governando a noite?
12 horas. Isso é coincidência? Essa palavra vem do original Kosmos, ligada com outra palavra Cratórias. Kosmoscratórias que é governar com autoridade.
Depois você vai ver Deus estabelecendo princípio e dá para Abraão uma promessa no capítulo 12. Deus não poderia chamar Abraão no capítulo 13, ou no 11?
E por que então chamou no capitulo 12? Para mim, tem a ver com a Visão que estou mergulhada, dentro da matemática e economia divina. Isso é minha interpretação e não tem nada a ver com doutrina bíblica e teológica.
Nesse capítulo 12, Deus chama Abraão e ele não fica atento à vocação e ele ainda é Abrão, e Abrão gera um filho, Ismael. Quando Ismael tinha certa idade, ele começou a tumultuar na casa de Abraão, e o interessante é que tinha quantos anos? 12 anos. Com 12 anos já dá para detectar personalidade. Se vai tumultuar ou não, se vai ser frutífero ou não, se vai abençoar ou amaldiçoar, se vai somar para que cresça ou diminua.
Então, quando Ismael tem 12 anos, Deus dá uma ordem para que ele saia do arraial de Abraão e que o Senhor tem um projeto para a vida dele. E então, parece coincidência, mas não é coincidência que até hoje em Israel dentre as comunidades dos beduínos – nômades moradores do deserto – e Abraão era beduíno e fica de lá para cá, de cá para lá, mudando de tendas no deserto.

ISMAEL - Os primeiros 12, uma equipe nociva
E em Gênesis 25:12, vai aparecer o primeiro grupo de 12, instituído por Ismael. Ismael levanta os 12 e os seus 12 são príncipes. Nebaiote é o primogênito e Quedar vem na sequência como filho de Ismael. Então, Ismael levanta 12 príncipes e faz o monopólio de território.
Mas a partir do capítulo 25, começa a ação de alguém que não muda se não organizar por equipe. Ismael foi o primeiro a levantar uma equipe e essa equipe dos 12 de Ismael foram flecheiros, bandidos, ladrões, estelionatários, exterminadores de rebanhos e era uma organização de 12. Então a gente pode ter perigo entre os 12. Se a gente desata a unção e essa unção não é vigiada, alguns 12 podem virar bandidos. Claro, Jesus teve um bandido na equipe. Por isso tem que ser tudo muito bem vigiado, e sabemos que os 12 de Ismael, nenhum deles, se você estudar sobre os 12 de Ismael, nenhum deles são exemplos a se seguir. Alguns deles eram tão cruéis que arrancavam os olhos de bebê dentro da barriga de suas mães, são os hagarenos, filhos de Hagar.

ISRAEL – Uma equipe de 12 patriarcas
A primeira equipe de 12 na Bíblia, neste texto que estamos lendo, Gn. 25:12, fala de uma equipe de 12, que era nociva. E você vai perceber que dos capítulos 46 a 49 de Gênesis se instala o Modelo dos Doze, onde se instala a administração da Igreja nos 12 saudáveis. Eles vêm por Israel, o antigo Jacó, quando muda a sua personalidade e identidade. Aí entra a equipe verdadeira que tinha como função estabelecer seus territórios, onde cada um tinha que fazer seu território produzir. Então qual a finalidade da equipe de 12? É pegar o seu território e multiplicar o seu território por descendência.
Então você vai em Êxodo 1:1-12, e nesse texto você vai descobrir que existe uma chamada profética para Israel que vai entrar no Egito com os seus 12. Então não é uma coincidência. Olha quantos doze já podemos perceber. E ele entra com os 12, gera uma descendência de 70, e levanta três milhões de fiéis.

Moisés levanta 12 príncipes
Agora você vai para Números 13:1-16, onde você tem a ação e o capítulo anterior é a formação. Você vai encontrar um homem chamado de Moisés, e nesse capítulo ele está levantando uma equipe de conquistadores. E ele diz: de cada tribo de Israel escolha o príncipe para que se tornem os 12 de Moisés. Então os 12 são príncipes. E para que os 12 são príncipes? Para vencer os principados. A igreja vence os demônios, mas quem é 12 tem a unção para vencer os principados.
E esses 12 são chamados para serem os espias da Terra. Então os 12 espiam a terra, observam a terra e demarcam a terra e trazem frutos da terra. Então, os 12 são frutíferos. Ainda que alguns não trouxessem frutos, eles são frutíferos porque a equipe trouxe frutos.
Os 12 foram gerados para trazer frutos. Qual é a minha missão? Trazer frutos. Para quem? Para o líder. O líder estava esperando o fruto dos 12 e o líder estava esperando o relatório da terra que eles iriam conquistar. Como os 12 funcionam? Os 12 se apresentam a Moisés e entregam o fruto da terra e o relatório mostrando que é possível conquistar a terra, ainda que alguns duvidassem. A Terra foi ou não conquistada? Sim, foi conquistada. Então, não vou ficar aqui com a polêmica, vou ficar com o resultado: a terra prometida foi conquistada! Os que quiseram conquistar, esses conquistaram; mas os que não quiseram conquistar, Deus deu um cabo na história deles.

Oséias levantou doze conquistadores.
E Oséias foi um dos doze mais frutíferos de Moisés. Oséias foi um dos que mais conquistou território. Foi o líder que mais estimulou o povo para caminhar na terra prometida. E Oséias foi o líder que levou o povo a conquistar a terra prometida.
Quem era Oséias? Josué! No dia que Oséias foi buscar a terra prometida, juntamente com os outros para trazer relatório, Moisés gritou: Oséiasssss!!!! A partir de hoje, o teu nome não será mais Oséias, mas Josué que quer dizer conquistador de territórios. Então precisamos entender que quando somos ungidos 12, Deus nos capacita e nos dá um nome de autoridade para que possamos trazer os frutos da terra.
Eu sei que a maioria aqui nunca imaginou que Josué era Oséias e Oséias era Josué! Todo mundo conta a história de Josué, mas ninguém lembra que Josué um dia foi Oséias. Mas no dia em que eles iam saindo, Moisés não disse para os outros, mas somente para Oséias, chamando-o de Josué, porque Josué 'perseguia' Moisés desde os 8 anos de idade, porque queria saber os passos de Moisés, e desde aquele dia ele recebe o nome de 'Conquistador de Territórios' ou 'salvador da sua gente', a mesma raiz de Yeshua. Yoshua é Josué, e Yeshua é Jesus.
E Josué, ex-Oséias, chega na margem da terra prometida e diz: vamos atravessar o rio Jordão, por isso deixa aqui seus maus costumes, porque vamos atravessar para a terra prometida. Deixem os vícios da casa de seus pais, e os deuses além Eufrates. Deixam o Iraque para trás. Deixam os ídolos do Iraque para trás, a briga do Iraque para trás, a guerra de matar irmão, deixem tudo isso para trás. E eles pegavam os deuses de suas sacolas e apresentaram para Josué e Josué queimou os deuses estranhos ali mesmo.
E eles entraram na terra de Gilgal. E o que significa Gilgal? Gilgal significa 12 pedras ordenadas.
Josué pega as 12 pedras da cidade, faz um memorial e chama aquele lugar de Gilgal, que significa 12 pedras ordenadas. E nesse dia, Josué coloca sobre cada pedra um estandarte, então Josué levanta 12 estandartes e cada estandarte com uma ação profética do que Israel, no capítulo 48 de Gênesis, havia profetizado para seus filhos, para suas tribos.
Então ali está profetizado o que Israel tinha profetizado sobre seu povo.
Então, 12 estandartes, 12 tribos em Gilgal, 12 pedras ordenadas, 12 príncipes que trazem fruto, as bênçãos declaradas, vencendo principados e territórios.



Neemias levanta 12 restauradores
Então você vai para Neemias, que trabalhava numa tríade. No capitulo 9 de Neemais, eram três pessoas que trabalhavam juntas. Então, ali era uma célula: Esdras, Neemias e Jezuá. Jezuá recebeu a ordem, no capítulo 9, de levantar 12 discípulos.
É a primeira vez na Bíblia que a gente vê alguém levantando o Modelo dos 12.
E o que eles fizeram? Debaixo da orientação de Esdras, Neemias e Jezuá, eles restauraram as festas bíblicas e todos os princípios de Israel para que as 12 tribos não perdessem a visão de conquista.
Depois disso, a partir desse momento, a história de Israel vai se dividir em 2 reinos, dez tribos para o sul e duas tribos para o norte, exceto a Tribo de Dã que se perdeu, e assim vamos ver a história bíblica para conhecer os princípios dos Doze.
Davi tinha 12 que eram chamados de Príncipes de Davi. Salomão tinha 12 que eram chamados 12 príncipes de Salomão. Elias tinha 12 que ensinavam nas 12 tribos. Todos esses homens, Israel, Moisés, Josué, Neemias, Elias, Davi e Salomão tiveram seus doze que impactaram a história de suas gerações.
Por que Jesus escolheu doze? Qual é o simbolismo contido no número doze? O que podemos aprender ao voltarmos a nossa atenção para esse detalhe? Porventura os números na Bíblia não são os recursos pedagógicos de Deus na escola de Cristo?
Sabemos que esse número está presente nas Escrituras, tanto no Antigo quanto no Novo Testamento.
01 - Foram doze os filhos de Jacó, dos quais se originaram as doze tribos de Israel - Gn 35:22
02 - Foi no capítulo doze de Gênesis que Abraão foi chamado para dar início ao povo de Deus na terra - Gn 12:1
03 - Foi no capítulo doze de Êxodo que a nação de Israel nasceu - Ex 12:2
04 - No deserto, o povo de Israel encontrou doze fontes de água - Ex 15:27
05 - O altar de adoração a Deus, no Antigo Testamento, deveria ser feito com doze pedras - 1Re 18:31
06 - Os sacerdotes levavam no peito um objeto composto por doze pedras preciosas - Ex 39:14
07 - Quando Elias encontrou-se com Eliseu, este estava lavrando a terra com doze juntas de bois - 1Re 19:19
08 - O mar de vidro que ficava dentro do templo de Salomão estava apoiado sobre doze bois de bronze - 2Cr 4:15
09 - O muro de Jerusalém tinha doze portas - Ap 21:12
10 - O número dos discípulos de Jesus foram doze - Mc 3:14
11 - Com doze anos Jesus subiu a Jerusalém e deu a primeira demonstração de que tinha uma missão a cumprir na terra - Lc 2:42
12 - A Árvore da Vida, na Nova Jerusalém, produzirá doze frutos - Ap 22:2

Não sei se por coincidência, mas eu fiz doze citações bíblicas onde aparece o número doze. Querendo ou não, esses números estão lá, na Bíblia. Se analisarmos todas essas e outras citações veremos que o número doze, na linguagem bíblica, é o símbolo da plenitude. Com doze discípulos, mas não apenas com eles, Jesus evangelizou o mundo de sua época, nas décadas posteriores. No céu haverá 24 tronos, doze de cada lado, representando a plenitude da obra de Deus no Antigo e também no Novo Testamento. Doze é uma quantidade mais que suficiente para se iniciar e se desenvolver um projeto qualquer. O dia tem doze horas, bem como a noite; o ano tem doze meses e não precisava mais que isso. Basta doze. Vamos refletir!
Abraço

MV.